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Monday, 29 February 2016

Que coisa tão doce! | The sweetest thing!


O Afonso faz a coisa mais fofa quando o pai lhe dá o biberão à noite!

(Ainda amamento, mas à noite leva um reforço, e é o pai que dá enquanto eu preparo as coisas para a noite).

É um momento tão lindo! O Afonso passa a refeição a dar festinhas na barba do pai.

Para a frente e para trás, lá anda aquela mãozinha!

Por isso, papá, quando te sentires desanimado que ele só para de chorar no meu colo, lembra-te que enquanto lhe dou de mamar levo dentadas e murros!

(Pronto, às vezes também levo festinhas nas maminhas. Mas é só às vezes, e dou de mamar 6/8 vezes por dia!).

Derreto-me toda a ver os meus dois homens nos miminhos!



Afonso does the cutest thing when the daddy feeds him the bottle at night!

(I still breastfeed, but at night he takes a reinforcement and is the daddy who feeds him while I prepare things for the night).

It is such a beautifil moment! Afonso keeps the entire meal fondling daddy's beard.

Back and forth, there goes that little hand!

So, daddy, when you're feeling down because the baby only stops crying when I hold him, remember that when I breastfeed, all I get are nibbles and punches!

(Ok, sometimes I get fondles too. But only some times, and I breastfeed 6/8 times a day!).

I love seeing my two men pampering each other! 




Wednesday, 17 February 2016

“É mesmo à Pipas!” | “That’s so Pipas!”

Comprámos um carro “novo”, em segunda mão. Não tarda estou a trabalhar outra vez e ia tornar-se impossível termos só um carro.

É um Smart a gasóleo, que será para ser mais usado pelo homem para ir trabalhar. Felizmente!

Porque no próprio dia que o comprámos, aqui a esperta tinha uma consulta e pensou logo: “Já não tenho que chatear ninguém para me levar!” A minha sogra estava de folga e portanto, os avós vieram buscar um bocadinho o Afonso. Perfeito.

O meu sogro ainda se ofereceu para descer comigo ao carro e pô-lo a trabalhar comigo.

Mas qual quê, pensei eu, não vale a pena. Nunca andei num carro automático, mas a diferença é só não por mudanças e esquecer o pé esquerdo!

Tá bem, tá! Ali estive um quarto de hora a rodar a chave e a não acontecer nada. Telefonei ao homem, que me explicou o que tinha que fazer. Nada. Tentei ler o manual. Em alemão… Hmmm…

Perdi a consulta. Tive que fazer o telefonema da vergonha aos meus sogros para me devolverem o filhote e voltei para casa.

E na minha cabeça, estava a ouvir o meu tio Carlos: “É mesmo coisa à Pipas!”

Até parece, tio!

Até parece que troquei e perdi mais casacos na escola do que os números que sabia contar.

Até parece que deitei fora pelo menos três aparelhos dos dentes embrulhados em guardanapos (desculpem, pais).

Até parece que fui para a escola de saia e sem cuecas (em minha defesa, tinha 7 anos, a saia era nova e eu estava tão entusiasmada para a vestir que quis vestir antes das cuecas… E depois esqueci-me do resto…).

Até parece que me perco cada vez que conduzo para um sítio novo.

Até parece que ponho coisas importantes na reciclagem (como o dinheiro que deram ao Afonso este Natal… Encontrei o envelope a tempo!)

Até parece que já fiquei trancada fora de casa mais vezes do que aquelas que quero admitir.

Até parece, tio! ;)



We bought a "new" car, second-hand. Before you know it, I’ll be back to work and it will become impossible to have only one car.

It is a Smart diesel, which is to be used mainly by the hubby man to commute to work. Fortunately!

Because on the day we bought it, I, all smarty-pants, had a doctor appointment and immediately thought: "I don’t need anyone to take me!". My mother-in-law was off work and so the grandparents picked up Afonso. Perfect.

My father-in-law even offered to go down with me to the car and see if everything was alright.

But no, I thought there was no need. I've never drove an automatic car, but I figured the differences would only be in absence of the gear box and clutch!

Right… So there was for 15 minutes turning the key and nothing happening. I called the hubby, who told me what I had to do. Nothing. I tried to read the manual. In German... Hmmm...

I missed the appointment. I had to make the call of shame to my in-laws to bring me back the baby and went home.

And in my head, I was listening to my uncle Carlos: "That’s so Pipas!"

As if, Uncle!

As if I traded and lost more coats in school than the numbers I could count to.

As if I threw out at least three braces wrapped in napkins (sorry, parents).

As if I went to school with a skirt and no underwear (in my defense, I was 7, the skirt was new and I was so excited to wear it that I wanted to dress it before the panties... And then I forgot the rest...).

As if I get lost every time I drive to a new place.

As if I put important things in the recycling bin (such as the money given to Afonso this Christmas... I found the envelope in time!)

As if I've locked myself out more times than I want to admit.


As if, Uncle! ;)

Thursday, 11 February 2016

Brincar… Hoje e sempre! | Playing… Today and forever!

Vou-vos fazer uma confissão, se é que ainda não perceberam.

Adoro brincar.

Como é que há tanto adulto que se esquece como se brinca é que eu não percebo. Será que perdem mesmo o interesse, que acham que não é digno; ou que simplesmente não arranjam tempo.

É que se um requisito da vida adulta é que não se brinque, eu não recebi esse memorando. Lembro-me de entrar na adolescência e deixar de receber brinquedos. Que tristeza. Felizmente, tenho uma irmã mais nova, o que significou brinquedos até mais tarde (nós nunca tivemos problemas em partilhar, aliás, sempre foi mais que partilhar, simplesmente sempre considerámos tudo das duas).

Claro que não tenho tempo para brincar como antes, mas tive a sorte de encontrar outro como eu para partilhar a vida, e que me acompanha:

- Em batalhas de nerfs pela casa;

- No faz de conta no Ikea (adoro fingir que vou visitar os Pereira, a Teresinha, ou o Sr. Alfredo naquelas casinhas que eles têm arranjadas);

- Lutas de sabres de luz com direito a piruetas e efeitos sonoros;

- Construção de legos, claro está;

- Jogos e jogos de tabuleiro;

- Pingue-pongue na mesa da cozinha...

- Só não brinca com as minhas Polly Pockets, mas não se pode pedir mais! Ele com certeza também gostava que eu brincasse com a mesa de futebol...

E qualquer dia, já o nosso Afonso brinca connosco também! Estamos desertinhos!


I’ll make a confession, if you haven’t yet realized.

I love playing.

How come there are adult who forget how to play is something I don’t understand. Do they lose interest, think it’s not worthy; or simply don’t make time for it.

If it is a requirement of adulthood that you don’t play anymore, I didn’t get that memo. I remember entering adolescence and stop receiving toys as gifts. How sad. Fortunately, I have a younger sister, which meant toys until later (we never had trouble sharing, by the way. It has always been more than share, we just always have considered everything belonged to the two of us).

Of course I haven’t got the time to play as before, but I was lucky to find another one like me to share our lives, and accompanying me:

- In Nerf battles around the house;

- In the make-believe at Ikea (love pretending that I’m visiting people in those houses they have arranged);

- Lightsaber fights with the right pirouettes and sound effects;

- Lego construction, of course;

- Lots and lots of board games;

- Ping Pong at the kitchen table...

- He just doesn’t play with my Polly Pockets, but you can’t ask for more! He certainly would like that I play with the football table...


And some day in the near future our Afonso will be playing with us too! We can’t wait!

Friday, 15 January 2016

Adeus, avó! | Goodbye, granny!

Esta semana demos o nosso último adeus à avó Cila.

Não era nossa avó de sangue, mas sim de coração, o que não lhe tira nada.

Como todas as partidas, deixa um grande vazio, uma grande saudade.

E a saudade dói. É um sentimento com dois lados. Por um, faz-nos recordar boas memórias, por outro, sabemos que são momentos que já passaram e que não se vão repetir.

Mas ainda bem que sentimos saudades dos que partem. É sinal que os amamos, que vivemos bons momentos com eles, que fomos felizes juntos!

Assim, ficam as memórias.

E posso-me lembrar de como nos entrançavas o cabelo. Era sempre a menina mais bem arranjada no ballet!

Como me preparavas pipocas e sumo de laranja para eu lanchar enquanto via o Dragon Ball, depois da escola.

Das histórias da tua infância que nos contavas. Que menina tão travessa que eras!

Da paciência que tinhas para nos dar de comer. Fazias desenhos, brincavas com as pinipons, contavas histórias…

De nos cozinhares as nossas refeições favoritas: bifinhos com natas e cogumelos para mim e com molho de limão para a mana.

De nos ires buscar à escola e quereres sempre genuinamente saber do nosso dia.

De desdramatizares as nossas bulhas de irmãs: “Quando o sangue chegar à cozinha, eu chamo a ambulância!” E lá acabava a bulha porque te achávamos graça (às vezes, vá…).

De gostares de bonecas tanto ou mais que nós!

Dos vestidos a condizer que nos fazias.

De tudo o que nos ensinaste, brincaste e amaste!

Obrigada, avó Cila! Por isto e por muito mais!

Nunca me hei de esquecer de uma vez que te pus triste. Devia ter um 6/7 anos e à saída da escola um colega perguntou-me quem eras. Eu hesitei e respondi que eras a nossa empregada. Arrependi-me assim que as palavras me saíram da boca. Não disseste nada, mas percebi que te tinha magoado. Foste sempre nossa avó, em bebés, crianças e adultas.

E fico grata que ainda tenhas conhecido o bisneto mais novo. Que o Afonsinho tenha estado no teu colo, tal como nós estivemos!

Até sempre!


This week we gave our last goodbye to our granny Cila.

She wasn’t our grandmother by blood, but from the heart, which doesn’t take away anything.

Like all losses, it leaves a great void, a great longing.

And the nostalgia hurts. It's a feeling with both sides. For one, reminds us of good memories, on the other, we know these are moments that have passed and that won’t be repeated.

But it’s a good thing that we miss the departed. It is a sign that we loved them, we lived good times with them, we were happy together!

So, the memories are what remains.

And I can remind me of how you braided our hair. I was always the better combed girl in ballet!

How you made me popcorn and orange juice as a snack while watching Dragon Ball after school.

The stories of your childhood that you told us. You were such a naughty girl!

The patience you had to feed us. You'd make drawings, play with pinipons, tell stories...

How you cooked our favorite meals: turkey steaks with cream and mushrooms for me and lemon sauce for sis.

How you’d pick us at school and always genuinely wanting to know about our day.

How you dealt with our fights: "When the blood reaches the kitchen, I’ll call the ambulance" And the fight was over, because we found you funny (sometimes...).

How you liked dolls as much or more than we did!

The matching dresses you made for us.

All that you taught us, played and loved!

Thank you, granny Cila! For this and much more!

I will never forget one time I put you down. I was 6/7 years old and when leaving school a classmate asked me who you were. I hesitated and said you were our housekeeper. I regretted as soon as the words left my mouth. You didn’t say anything, but I realized I‘d hurt you. You were always our grandmother in infants, children and adults.


And I'm grateful that you've also known your newest great-grandchild. And that you held Afonso in your arms, as you did with us!

Tuesday, 29 December 2015

Primos | Cousins


Neste Natal, o Afonso conheceu pela primeira vez o primo Miguel, que tem dois anos, a caminho dos três. Foi o melhor do meu Natal! É claro que para o Afonso foi igual ao litro, mas foi enternecedor ver a reação do meu sobrinho.

Ficou delirante e completamente vidrado no primo.

"Tão queridinho!" foi a primeira coisa que lhe disse e matou-me logo ali de ternura.

Deu-lhe festas e mimos, pegou-o ao colo, embalou-o no ovo... Até lhe foi buscar os seus o-ós! Que o Afonso elegantemente ignorou para desilusão do primo.

Enfim, uma doçura de se ver!

Vai ser o máximo vê-los crescer e tornarem-se bons amigos.


This Christmas, Afonso met his cousin Miguel (who is almost three) for the first time. It was the best part of my Christmas! Of course, Afonso didn’t notice any of it, but it was endearing to see my nephew’s reaction.

He was ecstatic and completely focused on his cousin.

"So darling!" It was the first thing he told him and it killed me right there with tenderness.

He cudled and pampered Afonso, he held him in his arms, cradled him in the car seat... He even lent Afonso his dou-dous! Wich Afonso elegantly ignored for his cousin disappointment.

All in all, a sweetness overload!


It’s going to be a blast watching them grow and become good friends.

Monday, 28 December 2015

Fiz uma pausa para o Natal | I took a break for Christmas

Fiz uma pausa para o Natal.

Foi o primeiro Natal do Afonso, que do alto dos seus quase dois meses ligou imenso, como podem calcular.

Ainda assim, foram quatro dias seguidos (contando com o fim-de-semana) que tivemos o papá connosco! Era bom demais para perder tempo com outra coisa qualquer, mesmo com o blog.

Por isso, nem liguei o computador nestes quatro dias, nem desejei Feliz Natal a ninguém… Mas não se espantem, eu raramente desejo feliz Natal a alguém. É daquelas coisas que me passam completamente ao lado.

Mas espero realmente que tenham tido um excelente Natal em família.

Nós corremos as aldeias todas, e mais dias de Natal houvesse, mais aldeias corríamos! Mas conseguimos passar um bocadinho de Natal com quase todos os membros da família.

Porque é isso mesmo que o Natal é, e é a presença da família que nos enche de calor.

Isso e a comidinha boa de Natal que eu não dispenso! Yam, yam! (O home diz que tanto se lhe dá e que bem podíamos comer piza no Natal e cabrito, polvo ou os doces de Natal noutra altura qualquer. Pois claro que sim, mas eu gosto de tradições e, nesta altura, as coisas têm um gostinho especial, sei lá!)

E para o ano há mais! E aí, sim, o Afonso já se vai interessar!


I took a break for Christmas.

It was Afonso's first Christmas, who, with his almost 2 months old was really into it, as you can imagine. ;)

Still, there were four days in a row (counting the weekend) we had daddy with us! It was too good to waste time on something else, even with the blog.

So I didn’t turned on the computer in these four days, nor wished Merry Christmas to anyone... But don’t be surprised, I rarely wish happy Christmas to anyone. It’s one of those things that completely pass my mind.

But I really hope you had a great Christmas with your family.

We ran through all homes over the Christmas days and managed to spend a bit of Christmas with almost every member of the family.

Because that's what Christmas is all about, and is the presence of family that fills our hearts.

That and great Christmas food! Yam, yam! (The hubby says it would be as good to eat pizza at Christmas and goat, octopus or Christmas sweets at any other time. For course it would, but I like traditions and, during this time of the year, things have a special taste!)


And there's more next year! When, yes, Afonso will be more interested!

Wednesday, 2 December 2015

Sugestão de prenda para as crianças: jogos de tabuleiro

Como já sabem, cá em casa somos assim para o fanático por jogos de tabuleiro! Podem ver aqui parte da nossa coleção na sala. Entretanto, já cresceu bastante.

Ah, pensavam que os jogos de tabuleiro eram só três, não era? Monopólio, Risco e Scrabble?

Nada contra, eu gosto desses três jogos!

Mas há um mundo deles, para todos os gostos!

E para crianças?

Oh-la-lá! A oferta atualmente disparou. Eu considero-os uma ótima prenda e explico já porquê!


         1)      Promovem a cooperação e/ou a competição saudável (a não ser que tenham personalidades como a minha irmã e primo, que não eram nada saudáveis a jogar em criança – mas isso também se trabalha e os jogos podem ser um bom motor);

         2)      Desenvolvem várias capacidades, como o pensamento abstrato, a visualização espacial, a estratégia, a coordenação óculo-manual, o planeamento de ação, a memória, adequação da ação ao momento (flexibilidade mental). Querem mais?;

        3)      Permitem desenvolver o interesse por diferentes temas, relacionados com história, meio ambiente, geografia, matemática, etc…

        4)      São uma ótima desculpa para bons momentos em família!

        5)      São uma fonte de entretenimento durante horas, longe dos écrans das televisões, computadores e mais que tais, e que vão sendo sempre diferentes!

        6)      E como li uma vez já não sei onde: “Cria o gosto dos jogos de tabuleiro no teu filho e ele nunca terá dinheiro para drogas!” (brincadeirinha, mas há vícios piores! ;))


São ou não são bons argumentos?

Hoje em dia, a oferta de jogos de tabuleiro para crianças é também muito diversificada, contemplando diferentes idades e interesses, e que vão muito além do Jogo da Glória (também nada contra. Tenho aqui um que era da minha mãe e que eu e a minha irmã jogámos muito. Ainda tem a casa do inferno tapada com papel, porque eu tinha medo daquilo que me pelava.)

Deixo-vos aqui algumas sugestões (papinha feita, quem não gosta?):


Catan Junior



Para: 2 a 4 jogadores
Duração: 30 minutos
Idades: +6 anos
Editora: Devir

Uma versão adaptada aos mais novos do popular Catan (o jogo original também pode perfeitamente ser jogado com crianças mais velhas).
Neste jogo, os jogadores vão reunindo recursos (madeira, cabras, melaço e espadas) para construir navios e esconderijos de piratas, até dominarem as ilhas do tabuleiro.
É bastante divertido e estratégico. As peças são atrativas e, o que é importante, resistentes.


O Labirinto Mágico



Para: 2 a 4 jogadores
Duração: 20 a 30 minutos
Idades: +6 anos
Editora: Devir

Este jogo é também muito divertido. Mesmo sem crianças, cá em casa é jogado algumas vezes.
Um labirinto (que se monta e portanto pode ser sempre diferente) fica escondido debaixo do tabuleiro. Através de ímanes que seguram uma bola por debaixo do tabuleiro, cada jogador tem que levar o seu peão até um símbolo mágico do tabuleiro, sem atravessar nenhuma parede do labirinto e assim perdendo a sua bolinha.
É excelente para a memória e orientação espacial.
Na minha opinião pode ser adaptado a crianças mais novas que os 6 anos, se se for marcando as paredes do labirinto que vão descobrindo.
(A Devir tem outros jogos da mesma família que vale a pena ver, como as Escadas Assombradas)


Lego Creationary



Para: 3 a 8 jogadores
Duração: 30 a 60 minutos
Idades: +7
Editora: Lego

Lembram-se do Pictionary? Então pronto, este jogo é do mesmo género, mas em vez de se desenhar, constrói-se com peças de Lego. Espetacular!
Tem três níveis de dificuldade e é um excelente motor para a promoção da imaginação, criatividade, capacidades de construção, etc.

(Também aconselho os outros jogos da Lego, como o Minotauro ou o Harry Potter)


Pictureka



Para: 2 a 7 jogadores
Idades: +6
Editora: Hasbro

Um jogo muito divertido, em que os jogadores têm que encontrar diferentes imagens num tabuleiro repleto de ilustrações cativantes. O tabuleiro é composto por peças amovíveis, pelo que fica sempre diferente.
Existe também a versão em cartas que permite quatro formas de jogo diferente. As cartas podem também ser utilizadas para inventar histórias, por exemplo, a partir das figuras que vão surgindo. Histórias bem divertidas e disparatadas, posso-vos garantir! ;)


Dino Race



Para: 2 a 4 jogadores
Duração: 30 minutos
Idades: +8
Editora: Devir

Neste jogo, muito atrativo visualmente, os jogadores, personificando pequenos dinossauros, tentam escapar a uma erupção vulcânica, escolhendo o seu percurso com cuidado, através de planícies, desertos, pântanos e selvas, ao mesmo tempo que evitam os truques dos oponentes! 


Quinto império


Para: 2 a 4 jogadores
Duração: 45 minutos
Idades: +11
Editora: Pythagoras

Um jogo muito educativo (mas também lúdico), em que os jogadores reúnem mercadorias para conseguir monumentos portugueses. Pelo meio, vão sendo testados os conhecimentos de História e Cultura de Portugal. É também um jogo bastante estratégico e que permite trabalhar o encadeamento de pensamento e ação.
Melhor ainda, é um jogo criado e produzido em Portugal (e oferecem entradas para imensos museus e monumentos!)


Isto é só um cheirinho, há muitos mais! Aí por casa, jogam com as vossas crianças? Quais os jogos preferidos?

Saturday, 28 November 2015

Há um mês que somos três | We’ve been three for a month



Ainda não parece bem real. Depois de tanto tempo que fomos dois, agora somos três. E já passou um mês!

Decidimos ter um bebé no final do ano passado. Nunca há uma altura perfeita para tomar esta decisão. Foi uma coisa que sempre falámos e tivemos como certa, mas sem definir um quando…

Mas terminado o prazo do meu implante, achámos que estava na altura.
Não tínhamos, nem temos, as melhores condições financeiras, mas temos o suficiente e acima de tudo, temos as condições afetivas!

Foi pim pam pum! Tirei o implante em janeiro e engravidámos em fevereiro. Engravidámos, sim! A mim não me faz espécie incluir o homem neste verbo. Foi uma decisão conjunta e foi feito e vivido em conjunto, por isso digo engravidámos!

O tempo é mesmo relativo… Ainda há pouco me queixava que nunca mais passava e que queria o Afonso nos braços… Agora parece que passou a correr! Que ainda ontem soube que estava grávida, que fizemos a primeira ecografia, que ouvimos o coraçãozinho do nosso príncipe a bater pela primeira vez, que soubemos que era um menino…

E, de repente, já aqui está!

Parte de nós.

Tão lindo e perfeito.

E já com um mês!

Imaginámos tantas vezes como seria o nosso filho. O meu nariz ou teu? Será loiro como tu ou carequinha como eu? Terá a veia despassarada da mãe? A empatia do pai?

Agora que aqui está, não há comparação possível com o bebé imaginado. É aquilo que sempre seria. Não podia ser de outra forma. Sinto como se sempre o tivesse conhecido e agora me estivesse apenas a relembrar. Esquisito, não?

E já não somos dois, somos três! E parece que sempre fomos…


It doesn’t seem quite real yet. After all this time that we were two, now we are three. And it has been a whole month!

We decided to have a baby late last year. There is never a perfect time to make this decision. It was something that we always talked about and we had for granted, but without defining a time...

But with the deadline of my birth control implant approaching, we felt it was time.

We didn’t have (nor do we have it now) the best financial situation, but we have enough and foremost, we have the emotional conditions!

It was pim pam pum! I took the implant out in January and we got pregnant in February. Yes, WE got pregnant! I really don’t mind to include the man in this verb. It was a joint decision and was done and lived together, so I say WE!

Time really is relative... Not long ago I was complaining that I wanted Afonso in my arms... Now it seems that the pregnancy went by super fast! It seems that only yesterday we found out I was pregnant, we did the first ultrasound, we heard the little heart of our Prince for the first time, we found out he was a boy...

And suddenly, here he is!

Part of us.

So beautiful and perfect.

And already one month old!

So often did we imagined how our son would be. My nose or yours? Will he be blond like you or bald like me? Will he have his mother's clumsiness? His father’s empathy?

Now that he’s here, there is no comparison with the imagined baby. He is what he would always be. He could not be otherwise. I feel as if I had always known him and now I’m just remembering. Bizarre, right?


And we are no longer two, we are three! And it seems that we have always been...

Wednesday, 18 November 2015

Ao pai | To daddy


Obrigada por me teres feito sempre sentir sexy e bonita durante a gravidez.

Mesmo quando tinha olheiras até ao chão (achas mesmo que fico bonita com olheiras, ou enganas-me bem?).

Mesmo quando tinha patas de elefante (que eu ainda por cima fazia questão de tos pôr debaixo do nariz: “olha para os meus pés! Olha bem para os meus pés!!”).

Mesmo quando fazia mais barulho que uma locomotiva de 1880 para me levantar do sofá.

Obrigada por aturares o meu feitiozinho durante a gravidez. E o furacão que passou nesta casa para que eu pudesse fazer o ninho. E as arrumações às 2 da manhã.

Eu sei que às vezes não sou fácil. E acho que tenho sempre razão. Mas tens que concordar, fiz um esforço. E as tuas ideias foram muito boas, ainda bem que dei o braço a torcer. E obrigada pelas idas ao Leroy Merlin (acho que o record foram 4 num dia).

Obrigada pelos miminhos que me foste fazendo (e que já fazias antes, eu sei, sou uma sortuda!)

Também tentei melhorar e apreciar somente, sem perguntar quanto dinheiro tinhas gasto… (ai, que asquerosa!) Não é fácil e nem sempre consegui, mas obrigada por continuares a tentar. E por mostrares que me conheces tão bem, que para além de descobrires aquelas pequenas coisas que sabes que vou adorar, também és capaz de aguentar a minha primeira reação parva até eu refletir e ficar realmente agradecida (e derretida).

Obrigada por teres ficado comigo durante o trabalho de parto.

Eu sabia que não desmaiavas! Os teus mimos ajudaram muito. O amor que te vi nos olhos, ajudou mais.

(Só teria dispensado o relato do que se passava nas outras salas de parto e de como o meu estava a ser muito mais fácil. Obrigadinho, caro senhor, o próximo é seu!)

Obrigada pelo primeiro olhar que deitaste ao nosso filho e com que me brindaste quando os nossos olhos se cruzaram outra vez.

Ai que lamechas! Mas é verdade. Nunca vi um olhar assim. Nunca pensei que pudesse caber tanta coisa num olhar. Tanta paixão, amor, dedicação.

Obrigada pelas vezes que te tens “zangado” comigo.

Para descansar... Para endireitar as costas… Mesmo que às vezes leves uma resposta torta, eu sei que é porque te preocupas e fico agradecida (mesmo que não pareça).

Obrigada pelas vezes que te levantas de noite para embalar, pôr soro, tapar o nosso Afonso…

Mesmo quando te tens que levantar às 7 horas para ir trabalhar. És o meu herói.

Obrigada por nos amares.

E por o demonstrares todos os dias!



Thank you for always making me feel sexy and beautiful during pregnancy.

Even when I had dark circles to the ground (do you really think I'm beautiful with dark circles, or do you just deceive me well?).

Even when I had elephant legs (I even insisted to put them under your nose, "look at my feet! Just look at my feet!!").

Even when I made more noise than a 1880’s locomotive to get up from the couch.

Thank you for putting up with my temper during pregnancy. And the hurricane that passed through this house so I could make the nest. And the 2 am clean ups.

I know I’m not easy, sometimes. And I think I'm always right. But you have to agree, I made an effort. And your ideas were very good, I'm glad I’ve listen to you. And thanks for all the trips to Leroy Merlin (I believe the record was 4 times in one day).

Thank you for spoiling me (you already did it before, I know, I'm a lucky girl!)

I also tried to improve and just enjoy it, without asking how much money you spent ... (ouch, I’m terrible!). It is not easy and I couldn’t always do it, but thank you for keep trying. And it shows that you know me so well that in addition to discovering those little things that you know I’ll love, you're also able to take my first reaction so well until I reflect and can be really grateful.

Thank you for having stayed with me during labor.

I knew you wouldn’t pass out! Your pampering helped a lot. The love I saw in your eyes, helped even more.

(I would only have go without the report of what was happening in the other delivery rooms and how mine was going much easier. Thanks a lot, dear sir, the next is yours!)

Thank you for the first look that you threw our son and then me when our eyes met again.

How lame! But it's true. I've never seen a look like that. I never thought I could fit so much a look. Such passion, love, dedication.

Thank you for the times that you got "angry" with me.

To rest... to straighten my back... Even if sometimes I gave a bad response, I know it's because you care and I'm grateful (even if it doesn’t look like it).

Thank you for the times you get up that night to rock our Afonso, clean his nose, cover him...

Even when you have to get up at 7 am to go to work. You are my hero.

Thank you for loving us.


And showing it every day!
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